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Quem são os oito foragidos do Amazonas entre os mais perigosos do país

Reprodução: MJSP/Divulgação

​Oito criminosos do Amazonas passaram a integrar a lista dos foragidos mais perigosos do Brasil, em um novo sistema nacional criado pelo Ministério da Justiça para caçar líderes do crime organizado em todos os estados. Eles aparecem entre os 216 criminosos mais procurados do país e são considerados alvos prioritários em ações de captura.

A relação faz parte do Projeto/Programa Captura, plataforma federal que reúne fotos, dados e mandados de prisão dos criminosos de maior periculosidade em atuação no país. Cada estado pôde indicar até oito nomes, com base em uma “matriz de risco” que avalia gravidade dos crimes, vínculo com facções, alcance interestadual e quantidade de mandados em aberto.

Quem são os 8 do Amazonas

Entre os oito nomes do Amazonas estão figuras conhecidas das forças de segurança, como líderes ou integrantes de facções e criminosos ligados a homicídios, tráfico e outros delitos violentos. A lista inclui:

  1. Adalberto Salomão Guedes da Silva (“Salomão” ou “Professor”)
  2. Charles dos Santos Rodrigues (“Bebê” da extinta Família do Norte)
  3. Cláudio Dayam Felizardo Belfort (“Maguila”)
  4. Johnsson Alves Barbosa (“Playboy”)
  5. Josué Moraes de Almeida (“Bred”)
  6. Kaio Wuellington Cardoso dos Santos (“Mano Kaio”)
  7. Leandro da Silva Paiva (“Leandrinho”)
  8. Pedro Wask Teixeira (“Belo”).

Por que eles são considerados tão perigosos

Segundo o Ministério da Justiça, a prisão desses alvos é considerada estratégica para enfraquecer redes criminosas, especialmente facções que atuam em presídios e nas ruas, comandando tráfico de drogas, execuções e disputas territoriais. Muitos dos citados acumulam condenações ou respondem a vários processos, e seguem foragidos apesar de mandados de prisão ativos.

Como a população pode ajudar

O governo federal lançou o site gov.br/captura, onde qualquer pessoa pode consultar a lista nacional, ver fotos e dados básicos dos procurados e enviar informações sigilosas que ajudem na localização dos foragidos. As denúncias podem ser encaminhadas também por canais de ouvidoria e disque-denúncia, sem necessidade de identificação do denunciante.

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