Jair Bolsonaro gerou mais uma bomba política: em documento apresentado à Justiça, o ex-presidente afirmou que sofreu alucinações e um “ataque psicótico” motivado por medicamentos, o que o levou a violar a tornozeleira eletrônica usada durante sua prisão domiciliar.
De acordo com ele, misturas de remédios causaram paranoia ele acreditava que havia um escuta dentro do monitor, pegou um ferro de solda e tentou desmontá-lo.
A situação se tornou ainda mais tensa quando a Polícia Federal encontrou sinais claros de dano no dispositivo: marcas de queimadura, o que reforça a hipótese de tentativa de fuga. O juiz Alexandre de Moraes não perdeu tempo: ordenou a prisão preventiva de Bolsonaro, argumentando risco real de fuga especialmente considerando que havia uma vigília convocada por seu filho, o senador Flávio Bolsonaro.

Para muitos críticos, a alegação de “alucinação” é vista como uma manobra para deslegitimar a detenção ou ganhar empatia política, enquanto apoiadores de Bolsonaro defendem que a saúde dele deve ser levada em conta e que essa situação reforça a narrativa de perseguição. A repercussão promete continuar esquentando: há quem aposte que essa será mais uma peça de conflito institucional entre o poder judiciário e a base bolsonarista.











