(Foto: Denivaldo Oliveira)
O temporal que atingiu Manaus na noite de domingo (7) deixou marcas visíveis e medonhas em uma das feiras mais movimentadas da cidade. Parte do muro da feira Porto do Ceasa, na Rua Ministro Mário Andreazza, zona Sul, desabou, provocando destruição e abalando a tranquilidade dos moradores e permissionários.
O impacto foi forte: o muro desabou sobre veículos estacionados nas proximidades ao menos três carros foram atingidos, segundo relatos e registros fotográficos feitos logo após a queda. Por sorte, não há registro de feridos, mas a destruição material foi evidente.

Testemunhas afirmam que a estrutura já demonstrava sinais de desgaste antes da tempestade, mas a força da chuva e dos ventos desta madrugada foi o estopim para o colapso. Logo após o ocorrido, uma força-tarefa da prefeitura foi acionada para isolar a área, retirar escombros e iniciar os reparos necessários.
Para os trabalhadores da feira e permissionários, o desabamento gerou pânico e incerteza. Muitos se dizem preocupados com a segurança da infraestrutura local e questionam por quanto tempo muros e construções frágeis continuarão expostos ao risco cada vez que a chuva castiga a cidade.

Este incidente levanta um alerta urgente sobre a vulnerabilidade estrutural nas áreas de comércio popular de Manaus. Em uma cidade sujeita a chuvas intensas e rajadas fortes, a manutenção preventiva não pode ser negligenciada. O desabamento no Ceasa serve como um aviso duro: a combinação entre chuvas e infraestrutura precária pode virar tragédia e nem sempre termina só em susto.











