A partir de 23 de novembro, Manaus será invadida por arte, movimento e experimentação com a 13ª edição do Festival Amazonas de Dança (FAD), promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC).
A cerimônia de abertura acontece no icônico Teatro Amazonas, às 18h, com um ato festivo que inclui apresentações de “Ballroom” por grupo convidado, a peça Gaia da coreógrafa Thaís Auzier, além de homenagens a dois nomes importantes da dança amazonense: Salomão Carvalho (vivo) e Genivaldo Nascimento (in memoriam). Em seguida, o público poderá conferir “Nosso Encontro”, de André Duarte, e “Cabaré Chinelo”, apresentado pelo Corpo de Dança do Amazonas (CDA).
A grande força do FAD está na diversidade: são oficinas, vivências, rodas de conversa e debates por toda a semana (23 a 29/11), distribuídos por diferentes espaços culturais, escolas e palcos de Manaus. Entre as oficinas, há “Corpo, Objeto, Território”, ministrada por Giselle Jardim, e “Hip Hop Dance”, conduzida por Rodrigo Buiu. Também será possível assistir ao espetáculo “SI-PÓ”, de Odacy Oliveira e Valdemir Oliveira, no Jardim do Palácio Rio Negro às 17h.

No Teatro Gebes Medeiros, no dia 24, à noite (20h), a programação inclui Memórias que Ficam (de Ebnezer Siqueira), Uma Cadeira Que Voa (do grupo Expressão e Vida), e um show com o dançarino Adal Venâncio. Em outros dias, há oficinas como “Corpo Invisível” com Vanderlan Soares e “Embrenhamento Criativo” com Odacy Oliveira, ampliando o leque para o público experimentar a dança de dentro para fora.
O festival não é apenas espetáculo, mas também diálogo: o Fórum Permanente de Dança, que faz parte da estrutura do FAD, reúne artistas, produtores, gestores, professores e o público para debater os rumos da dança no Amazonas temas como políticas culturais, sustentabilidade e formação artística estarão no centro.
Nesta edição, há também homenagens simbólicas à tradição local: os mestres Salomão Carvalho e Genivaldo Nascimento recebem tributos pelo impacto que tiveram na cena da dança.
Um dos grandes trunfos do FAD 2025 é a gratuidade: todas as atividades são abertas ao público, sem custo, reforçando a missão de democratizar o acesso à arte do movimento.

Para quem gosta de arte com propósito, é uma oportunidade imperdível de vivenciar uma semana intensa de dança, criatividade e reflexão. Se você está em Manaus, pode participar e, se não, vale acompanhar nas redes do festival para não perder os destaques. Prepare-se para se emocionar, aprender e se inspirar!
23 de Novembro – Teatro Amazonas | 18h
– Ato de abertura com Ballroom (Convidado)
– “Gaia” – Thaís Auzier
– Homenagens a Salomão Carvalho e Genivaldo Nascimento
– “Nosso Encontro” – André Duarte
– “Cabaré Chinelo” – Corpo de Dança do Amazonas (CDA)
24 de Novembro
Palácio Rio Negro – Oficinas:
– “Corpo, Objeto, Território” – 14h
– “Hip Hop Dance” – 15h
Jardim do Palácio – 17h:
– “SI-PÓ”
Teatro Gebes Medeiros – 20h:
– “Memórias que ficam”
– “Uma cadeira que voa”
– Show com Adal Venâncio
25 de Novembro
ESAT/UEA – 14h:
– Oficina “Corpo Invisível”
Jardim do Palácio – 17h:
– Oficina “Embrenhamento Criativo”
Teatro da Instalação – 20h:
– “Traços”
– “Ubyrá – Demarcação Já!”
26 de Novembro
ESAT/UEA – 16h e 17h:
– Oficinas com Francisco Rider e Thaís Auzier
Teatro Icbeu – 19h30:
– Artes sem Fronteiras
– “Hysteria”
– “Rua”
27 de Novembro
CIME Viviane Estrela – 10h:
– “Memórias que ficam”
– “Buiú”
ESAT/UEA – 14h e 15h:
– Oficinas com Grupo XV de Outubro e Francis Baiardi
Casarão de Ideias – 18h30:
– Mostra de Videodança
28 de Novembro
ESAT/UEA – 14h e 15h:
– Oficinas de Waacking e Dança Indiana
Luso Sporting Club – 18h30:
– “Você vai se fuder de verde e amarelo”
– “Monteiro Lobato e a Maldição do Café”
29 de Novembro – Casarão de Ideias | 15h
– “Engate” – Giselle Jardim











